Raphael de França


Raphael de França, diretor de Programação e Comunicador na Rádio Manchete AM, conta pra gente um pouco da sua história de amor ao Rádio.

Como você começou em rádio?
Eu comecei no rádio antes mesmo de nascer, rs. Quando minha mãe (Adriana França) estava com seis meses de gestação meu avô, então na Rádio Globo, gravou meu coração batendo mostrou aos ouvintes. Desde muito pequeno meus brinquedos favoritos eram fones, microfones… tinha um mini-estúdio montado em casa chamado de Rádio neném. Trocava qualquer brincadeira de rua por uma visita aos estúdios da Rua do Russel.

Qual o caminho que percorreu?
Sempre fui curioso… vivia atrás dos operadores, comunicadores e produtores da Globo perguntando e aprendendo a fazer tudo. Hoje me considero um multiprofissional pois quis aprender um pouquinho de como se faz cada função do rádio.

Você sempre foi e sempre quis ser locutor?
Sim. Comecei oficialmente na Super Rádio Tupi aos 15 anos como operador e sonoplasta de chamadas e vinhetas mas minha paixão sempre foi o microfone, sonho que realizei estreando na Manchete no dia 11 de Setembro de 2006 justamente no horário onde o vozão começou a carreira de comunicador titular ás 20hs.

Quem te influenciou a escolher?
Sem dúvidas meu avô, pai, amigo e mestre Luiz De França.

Qual a sua função hoje na rádio Manchete?
Hoje sou diretor de programação da Manchete e comunicador. Sou responsável não só pela estruturação da programação mas também pela criação de campanhas e chamadas.

Conte um momento inesquecível da sua carreira.
Meu momento inesquecível foi falar pela primeira vez em um microfone de rádio, como comunicador, e ter a participação do meu avô me anunciando e me desejando sucesso. Foi um momento de muita emoção pois tínhamos sofrido a perda da D. Penha, a chefe da nossa família, e todos ainda estávamos muito sensíveis. Foi aquele momento de ouvir o criador anunciando com o coração na mão a criatura.

Motivo de orgulho?
Fazer rádio.

Motivo de arrependimento?
Nenhum! Sou feliz assim.

Um lugar especial do Rio de Janeiro para você?
O Cristo Redentor. Já tive a oportunidade de fazer programa ao vivo aos pés do Cristo, no alto do Corcovado. Foi uma emoção muito grande.

Atualmente no rádio carioca, quais comunicadores você mais admira?
O França é minha inspiração… minha comunicação é totalmente espelhada e baseada nele… Além do vô admiro muito a comunicação fácil, sempre verdadeira e cheia de opinião do Roberto Canázio – me espelho no jeito sem Papas na língua desta fera. Além do Canázio sou fã de carteirinha do Barbosa. Ele consegue transmitir exatamente o que ele é nas ondas do rádio, um coração enorme e um amigo verdadeiro.

O que você poderia dizer para aquela pessoa que sonha em ser locutor?
Não existe sonho que não possa ser realizado, só depende da gente. Foco, estudo, conhecimento e acima de tudo PAIXÃO! Sem paixão não existe rádio…
O rádio não é um trabalho é um prazer remunerado.