Emilinha Borba (rainha em 1953)


Começou a cantar no programa de calouros de Ary Barroso, onde tirou a nota máxima e ganhou cinco mil réis. Embora tenha começado sua carreira ainda na infância, participando de programas de auditório e de calouros, sua fama foi se consolidando aos poucos e logo formou a dupla As Moreninhas ao lado de Bidu Reis, que durou pouco mais de um ano.
Sua mãe foi camareira do Cassino da Urca, local onde conheceu Carmem Miranda, grande incentivadora de sua carreira. Em 1939, gravou seu primeiro disco solo pela Columbia e conseguiu, com a ajuda de Carmen Miranda, ser contratada pelo Cassino da Urca como crooner.
Assinou mais tarde com a Rádio Nacional, e lá ficou por 27 anos, tornando-se uma das mais conhecidas estrelas do rádio. Emilinha Borba participou de mais de 40 filmes e gravou mais de 600 músicas.
A rumba Escandalosa, de 1947, marcou o primeiro estouro de vendagem na carreira de Emilinha Borba, enquanto filmes como Poeira de Estrelas e Barnabé Tu és Meu a colocaram na lista dos grandes artistas brasileiros. Certa vez afirmou que sua maior frustração era o público associá-la apenas ao Carnaval e não se lembrar dos outros ritmos que interpretou.
Nos anos 50, em meio à briga exaltada entre seus fãs-clubes, as cantoras Marlene e Emilinha Borba cantaram juntas pela primeira vez no rádio.


Eleita Rainha do Rádio em 1953, Emilinha foi finalmente coroada, unicamente com o apoio popular. A quantidade de votos que lhe deu a vitória era maior que a das outras concorrentes somadas.

 

 

 

 

 

 

 

Faleceu na tarde do dia 3 de outubro de 2005 de infarto fulminante, em seu apartamento no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, aos 82 anos.

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